Pular para o conteúdo principal

A FORÇA DA FRAQUEZA



Conversando com uma amiga, ouvi a seguinte frase: "Sua força é a sua fraqueza". Como assim? Perguntei. Ela me disse que um dia eu entenderia... 

Hoje, além de perceber o que essa amiga quis dizer, entendo que, sim, quando somos fortes em alguma coisa, corremos o risco de tolerarmos mais do que devemos e de não darmos limites a situações que, com o tempo, podem nos prejudicar.

A recíproca também é verdadeira já que, reconhecendo nossa fraqueza, podemos aprender a pedir ajuda e a respeitar nossos limites, melhorando o cuidado conosco e com nossos negócios. 

E não há nada de errado em fazer isso! Pelo contrário, essa honestidade traz a força que precisamos para fazer o que precisa ser feito.  

Quando a vida te apresentar um novo desafio, pergunte-se: usando de sabedoria, que forças eu posso mobilizar para me sentir realizado, e quais fraquezas precisarei respeitar para crescer a cada dia?


CONHEÇA NOSSAS MÍDIAS SOCIAIS



Silvana Lima é a criadora da Ponte Comunicação. Amante da escrita e das artes, tem formação superior nas áreas do Ensino e de Eventos (professora e tecnóloga, respectivamente) e também é apaixonada por cultura, meio no qual atuou  assessorando a comissão multicampi na criação do primeiro Plano de Cultura do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). Atualmente, estuda Administração no mesmo Instituto. Na comunicação, foi responsável pela produção de jornais para o segmento educacional e católico - Arquidiocese de Salvador, além de um site de diversidades (@silvana_lima_bahia).


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O PODER DA DECISÃO

  OUÇA O PODCAST DESSA POSTAGEM, AQUI. No texto  "O medo e os negócios"  vimos que nem sempre é fácil dar o primeiro passo, mas é fundamental fazer isso para que as coisas aconteçam. Decidir permite que você aprenda a fazer escolhas lembrando que nem tudo está sob controle, por isso é importante ter o chamado p lano B. Se mesmo tendo planejado, você sentir um pouco de angústia ou ansiedade com o futuro projeto, olhe  para os seus planos por mais de uma vez e  dê-se um tempo para amadurecer seus pensamentos a respeito da sua decisão, que deve ser tomada com o máximo de clareza possível. Feito isso, tome a iniciativa! Faça acontecer! Por mais brilhante que seja o seu planejamento, se não for colocado em prática, não trará resultados para você e nem para as outras pessoas. Se preferir modificar, aguardar um tempo mais favorável ou até mesmo não mais realizar o que planejou, respeite a sua escolha, sabendo que o mais importante é decidir.  Ficar na dúvida pode ...

QUEM É O PROFISSIONAL DO FUTURO?

Esqueça a ideia de construir uma carreira linear depois que você fizer a sua graduação, trabalhando oito horas por dia até se aposentar. Os tempos são outros. Se, no passado, o trabalhador migrou do campo para a indústria e desta para o setor de serviços, agora ele está sendo desafiado a mudar a si mesmo. Sim, porque além do desafio do trabalho remoto, evidenciado nesses tempos de pandemia, continuar estudando parece ter virado palavra de ordem. Esse estudo, porém, não se limita à técnica, pois mesmo quem domina as novas tecnologias está sendo convidado a pensar, já que as máquinas se encarregarão de processar resultados em uma velocidade cada vez maior. Diante desta realidade, o que fazer então, senão verificar qual a melhor maneira de empregar o que as máquinas processam? Não por acaso, empresas estão voltando o olhar para a parte que falta nos robôs: a nossa humanidade, aquela que, além de nos capacitar para a tomada de decisões, imprime ética e responsabilidade pelas escolhas que f...

A ECONOMIA DEFINE NOSSOS HÁBITOS OU ELA SÓ OS REVELA?

É certo que somos seres influenciáveis e que, muitas vezes, sucumbimos às artimanhas do mercado, que tem lá suas "armas" para atrair e convencer consumidores, especialmente  os mais desatentos. Propagandas pulam nos nossos colos através das redes sociais e nos perseguem até que, cansados e/ou tentados, cedemos. Não por acaso, um dado curioso chama a atenção nesta época de pandemia: o consumo de vestuário aumentou, mesmo com muita gente em casa, para evitar a proliferação do Coronavírus. Mas o que mesmo nossos gastos revelam sobre nós e nossos negócios? Priorizamos investimentos? O nosso perfil está mais para o cauteloso do que para o conservador? Nos desenvolvemos ao longo do tempo ou estacionamos em um determinado padrão? Temos medo de crescer? Estas e outras perguntas podem ser, senão respondidas, mais ao menos verificada pelo viés da economia. Se o mercado usa de recursos para vender seus produtos e serviços, as famílias apóiam ou não tais recursos a partir da sua maneira ...